O contato da Klabin com seus fornecedores tem como base o respeito, a confiança e o relacionamento de longo prazo. Para garantir transparência, a empresa põe à disposição seu Código de Conduta, pelo qual estabelece as diretrizes de atuação. Como forma de promover o desenvolvimento regional, contribuir para a geração de empregos e para a melhora da qualidade de vida dos brasileiros, a empresa dá prioridade a parceiros locais, além de se preocupar com o desenvolvimento desses fornecedores, planejando novos produtos de forma sistemática e em sinergia com eles, facilitando a gestão de seus estoques.

A Diretoria de Suprimentos, Logística e Materiais é responsável pela negociação, transporte de matérias-primas, aquisição de equipamentos e serviços, gestão de contratos, importação e logística de toda a companhia. Todos os contratos são firmados por meio de homologação. Além de atender a especificações técnicas detalhadas, os fornecedores devem seguir critérios de qualidade, pontualidade, condição creditícia e fiscal, respeito à legislação e, sobretudo, de boas práticas de sustentabilidade como a proibição de trabalho infantil e forçado e a adoção de medidas de proteção ao meio ambiente. A partir de 2013, o relacionamento da Klabin com seus fornecedores terá reforços nas obrigações socioambientais já existentes e ampliará esses compromissos para temas como o combate às práticas de discriminação e assédio moral e à valorização da diversidade. |GRI HR6, HR7|

A Klabin pratica auditorias eletivas em fornecedores críticos ou em caso de suspeita de não conformidade com o Código de Conduta ou com cláusulas contratuais sobre direitos humanos.

Em 2012, a Klabin descredenciou um de seus fornecedores, em Santa Catarina, após constatar violações aos direitos trabalhistas e desrespeito aos compromissos sociais exigidos pela empresa de seus parceiros comerciais. A evolução da atual matriz de criticidade prevê para 2013 a implementação de indicadores socioambientais no monitoramento de fornecedores críticos. |GRI HR2, HR7|

Mudanças estruturais também foram adotadas na área de Logística com foco em eficiência e redução nos custos dos processos. O perfil de colaboradores foi readequado, dando ênfase a profissionais com perfil mais técnico e menos comercial.

Esse novo modelo organizacional permitiu aproximação com os processos da área Florestal. A logística de abastecimento de madeira do Paraná foi mapeada em busca de redução de custos e aumento de produtividade. A ação envolveu um estudo planialtimétrico de todo o maciço florestal do Estado com informações precisas sobre sua topografia, o que permitiu o redesenho da malha viária dentro das fazendas com foco na redução de distâncias médias e na escolha de estradas com menor grau de inclinação. O trabalho foi concluído em 2012 e as mudanças serão implementadas a partir de 2013, incluindo a instalação de uma Central de Monitoramento, que permitirá um controle maior de toda a operação de logística florestal.

A empresa também deu mais foco ao modal de cabotagem (navegação entre portos marítimos de um mesmo país) nas transferências realizadas para a região Nordeste, principalmente com destino a Feira de Santana (BA), onde esse modal não era explorado. Além de otimizar a logística, a iniciativa reduz a emissão de CO2 no processo.

Por fim, as gerências de Supply realizaram um benchmark com grandes empresas do mercado para avaliar questões relativas a custos fixos. O resultado do trabalho mostrou que os custos da Klabin estão adequados ao nível de complexidade de sua operação.

Distribuição dos fornecedores – 2012

 

Distribuição das compras |GRI EC6|