Abastecimento
de Madeira

PRODUTIVIDADE DAS UNIDADES FLORESTAIS DA KLABIN ESTÃO ENTRE AS PRIMEIRAS DO MUNDO, CONSIDERANDO A PRODUÇÃO DE CELULOSE POR HECTARE PLANTADO

—  Eficiência operacional que começa nas florestas

As florestas da Klabin estão entre as primeiras do mundo em produção de celulose por hectare plantado. A alta produtividade é fator fundamental para manter a competitividade e sustentar a estratégia de crescimento da companhia. É das florestas de pínus e eucalipto que são feitos os produtos da empresa e é por meio delas que a Klabin vem avançando em novos mercados.

A maior parte da madeira utilizada vem de plantios próprios. O fornecimento é complementado pela compra da produção de integrantes do programa de Fomento Florestal ou de produtores independentes, com os quais a empresa mantém contratos baseados em critérios de qualidade, pontualidade de entrega, respeito à legislação e adoção de medidas de proteção ao meio ambiente, entre outros. (GRI 102-9)

>> EM 2017, A KLABIN SUPEROU SEUS RECORDES HISTÓRICOS DE PLANTIO, ATINGINDO 34 MIL HECTARES PLANTADOS EM TERRAS PRÓPRIAS E EM TERRAS DE TERCEIROS, O DOBRO DO ANO ANTERIOR <<

Em 2017, a Klabin ampliou suas operações florestais para fazer frente aos maiores volumes de produção de celulose, após o ramp-up da Unidade Puma, e também de papéis e embalagens. Foram movimentados cerca de 16,1 milhões de toneladas de toras e cavacos de pínus e eucalipto e resíduos para energia, um crescimento de 12% em relação ao volume transportado no ano anterior.

  • Operações florestais em 138 municípios, entre áreas próprias e arrendadas/parcerias

  • Distância média das florestas próprias para as fábricas de 66 km no Paraná e de 74 km em Santa Catarina, o que representa uma grande vantagem competitiva logística.

  • As unidades florestais (São Paulo, Paraná e Santa Catarina) têm seu manejo certificados pelo FSC® e totalizam 224 mil hectares de florestas plantadas.

  • Em 2017, a Klabin conquistou o CERFLOR (Programa Brasileiro de Certificação Florestal), certificação de reconhecimento internacional, assegurando o manejo sustentável das florestas da Unidade Monte Alegre, no Paraná.

—  Propósito Florestal

(GRI 103-2)

Para tornar os ativos florestais ainda mais robustos e obter desempenho cada vez melhor, os objetivos e a visão da Klabin para a área florestal, a ser concretizada em alguns anos, estão sintetizados em seis pontos do Propósito Florestal:

  • Maior produtividadequeremos consolidar a maior produtividade das florestas no mercado mundial de papel e celulose, para nos distanciarmos cada vez mais dos concorrentes. As unidades florestais da Klabin já estão entre as primeiras do mundo em produção de celulose por hectare plantado. Nossa meta é consolidar o primeiro lugar, aumentando a diferença em relação aos nossos concorrentes.

Por meio de sua área de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, a empresa estuda continuamente o aprimoramento de processos de plantio e manejo para elevar a produtividade das florestas.

  • Menor custo operacionalqueremos produzir ao menor custo entre as empresas globais de papel e celulose.

A baixa distância entre florestas e fábricas, aliada à alta produtividade da floresta, dá à Klabin a condição de ter o menor custo/fábrica de madeira do mundo. Com o aumento de produtividade da operação, os custos vêm sendo reduzidos nos últimos anos.

  • Aceitação pela comunidadetrabalhamos para ser bons vizinhos e cidadãos. Esse esforço permeia grandes e pequenas ações. Nossos carros-pipa, por exemplo, umedecem as estradas por onde passam os caminhões de transporte de madeira para que não levantem poeira. Desviamos, quando possível, a rota desses caminhões para que não cruzem áreas escolares ou de grande movimento de pedestres e afastamos o limite de nossas plantações das cercas dos vizinhos e das estradas para não causar sombra.

Desde 2016 a Klabin aplica pesquisas para medir a aceitação de suas atividades em todos os municípios em que opera, com a participação de vários públicos. A empresa quer avaliar regularmente como é vista para que possa aumentar o relacionamento com as comunidades. Os resultados da última pesquisa, em 2017, mostraram importantes avanços neste indicador. Veja mais em Via de mão dupla.

  • Referência em segurançanosso alvo é ter uma segurança do trabalho de classe mundial, garantindo a integridade física de nossos colaboradores.

A Klabin mantém programas que buscam desenvolver uma cultura de segurança que permita à empresa alcançar altos níveis de produtividade enquanto preserva o bem-estar dos colaboradores. Veja mais sobre os programas em Pessoas, Saúde e Segurança.

  • Manejo florestal sustentáveltrabalhamos para manter nosso manejo de florestas como referência entre as empresas do mercado mundial de papel e celulose, obtendo o potencial máximo de produtividade ao mesmo tempo em que protegemos a biodiversidade e os recursos naturais, como a água e o solo.

A Klabin desenvolve seu manejo florestal em um conceito de mosaico: plantios de pínus e eucalipto são intercalados a áreas de florestas nativas, áreas preservadas da mata atlântica brasileira -, de forma a criar corredores ecológicos que preservam a fauna e a flora locais. Veja mais sobre as certificações de manejo florestal no site da Klabin.

  • Matéria-prima de qualidade: queremos satisfazer nossos clientes internos e externos com matéria-prima de qualidade compatível com suas necessidades.

Logística monitorada

Em busca de um ciclo mais produtivo para as operações florestais e de logística de madeira, a Klabin investiu mais de R$ 7,5 milhões, entre infraestrutura e tecnologia na Central de Logística da Unidade Florestal, no Paraná, em 2017. Um novo software de rastreamento de caminhões permite acompanhar todo o trajeto dos veículos abastecidos com madeira. Em caso de paradas não programadas de mais de 20 minutos, a equipe da Central é alertada pelo sistema e entra em contato com o motorista e com o cliente para notificar eventuais atrasos. A Central de Logística da Unidade Florestal é responsável por monitorar e rastrear 320 caminhões, que totalizam 770 viagens diariamente.

—  Manejo responsável reconhecido

Pela 4ª vez consecutiva, a Klabin foi reconhecida por suas práticas de gestão de florestas pelo Carbon Disclosure Program (CDP), uma instituição internacional que analisa as iniciativas das empresas para minimizar e gerir os impactos ambientais de suas atividades. Em 2017, a companhia figurou novamente na categoria “Liderança” (Leadership) em seus resultados anuais para “Floresta”, ao alcançar classificação “A-”, que ratifica as melhores práticas no desenvolvimento sustentável e manejo responsável de suas florestas. O CDP destacou as ações de gerenciamento de combate ao desmatamento e a certificação das florestas, incluindo a cadeia de fornecedores.

Na categoria “Água”, a Klabin manteve-se no nível “Management”, com classificação “B-”, resultado que também reconhece as ações para medir impactos e tentar reduzi-los. Em “Mudanças Climáticas”, a companhia também está qualificada em “Management”, que comprova boas práticas para gerenciar riscos relacionados às mudanças climáticas nas operações próprias e de terceiros.

Saiba mais em Reconhecimentos por melhores práticas.

—  Parcerias de valor

(GRI 102-9, 103-1, 103-2, 103-3)

Desde 1984 a Klabin mantém o Programa de Fomento Florestal, buscando ampliar e diversificar a renda das comunidades próximas às suas unidades por meio do plantio de florestas em propriedades rurais. Ao mesmo tempo, esses produtores representam um importante elo na cadeia de fornecimento de madeira para a companhia.

O Programa Matas Legais é outra iniciativa que contribui para aprimorar o planejamento das paisagens, levando em conta fatores ambientais e sociais. Realizado em parceria com a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) desde 2005, o programa orienta produtores fomentados e independentes de Santa Catarina e do Paraná sobre o uso sustentável de suas terras, incentivando a recuperação dos remanescentes florestais nativos, a silvicultura com métodos responsáveis, a agricultura orgânica, o ecoturismo e a conservação do patrimônio natural.

A Klabin ainda mantém, junto aos produtores rurais, o programa de incentivo à agricultura familiar denominado Matas Sociais, numa parceria com a Apremavi, o Sebrae e a organização internacional The Nature Conservancy (TNC). Saiba mais em Desenvolvimento Local.

A governança da atuação da área florestal no que diz respeito à interação com as áreas, diálogos, mapeamentos de impactos da operação e atuação regional é realizada pela área de Relações com a Comunidade do Paraná (Veja Engajamento começa na empresa)

>> O PROGRAMA MATAS LEGAIS CONTRIBUI PARA APRIMORAR O PLANEJAMENTO DAS PAISAGENS, CONSIDERANDO FATORES AMBIENTAIS E SOCIAIS <<

—  Gestão de fornecedores

(GRI 102-9, 103-1, 103-2, 103-3)

Condição inegociável para a contratação de fornecedores na Klabin, o atendimento legal de práticas trabalhistas, aspectos ambientais e de direitos humanos – como a não aceitação de trabalho forçado ou discriminação de qualquer natureza – está expresso em cláusulas nos contratos de fornecimento e em documentos como o Código de Conduta e a Política e Responsabilidade Social e Ambiental da Klabin.

Esses compromissos são reforçados pela adesão voluntária da empresa ao Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo. A Klabin também respeita a liberdade sindical dos profissionais contratados e seus fornecedores.

Em 2017, não foram identificados riscos reais ou potenciais nas operações da Klabin e em seus fornecedores, relacionados à liberdade de associação e negociação coletiva, trabalho infantil e trabalho forçado ou análogo ao escravo. (GRI 407-1, 408-1, 409-1)

Avaliação e monitoramento

(GRI 308-1, 414-1)

Os fornecedores da área industrial considerados críticos para a Klabin do ponto de vista financeiro e da sustentabilidade são monitorados por meio de uma matriz de criticidade, que avalia impactos relacionados a  iniciativas de ecoeficiência, inventário de gases de efeito estufa (GEE), locais de operações, consumo de água e geração de efluentes, direitos nas relações de trabalho, cumprimento de legislação, treinamento sobre normas ambientais e de saúde e segurança ocupacional (SSO), controle de índices de lesões, doenças, absenteísmo, óbitos, práticas de combate à discriminação e prevenção à corrupção, conformidade legal e trabalhista, incidência de trabalho escravo na região de fornecimento, licenciamento ambiental, tipo e perigo de material fornecido, tipo de fornecedor e participação em discussões com comunidades para o desenvolvimento local.

Cem por cento dos novos fornecedores contratados em 2017, considerados representativos do ponto de vista econômico-financeiro, foram avaliados levando em consideração o atendimento legal de aspectos ambientais, de práticas trabalhistas e de direitos humanos.

Fornecedores de madeira

(GRI 102-9)

As unidades florestais contam com o Programa de Madeira Controlada em que os fornecedores são avaliados pela área Florestal, com base em metodologia específica relacionada à certificação da cadeia de custódia do FSC®. Em 2017, foram feitas 574 visitas a fornecedores de madeira certificados e não certificados no Paraná e 188 em Santa Catarina.

Todos os fornecedores das unidades florestais são submetidos a auditoria, feita pela Klabin com frequência trimestral, em geral, que considera elementos de direitos humanos, aspectos ambientais, aspectos sociais (comunidade de entorno), adequação à legislação trabalhista, condições de trabalho análogo ao escravo e trabalho infantil, além de outros aspectos que possam atentar contra a dignidade humana. Em caso de não conformidade, a Klabin interrompe o fornecimento imediatamente e encaminha recomendação de adequação. Após cumprir as recomendações, o fornecedor é novamente auditado e, em caso de não haver pendências, o contrato de fornecimento é retomado. (GRI 308-2, 414-2)

Percentual de fornecedores identificados como causadores de impactos significativos negativos reais e potenciais com os quais foram acordadas melhorias em decorrência da avaliação realizada: 2017
Impactos ambientais 0,60%
Impactos em práticas trabalhistas 0,00%
Impactos na sociedade (em comunidades do entorno) 0,37%
Impactos em Direitos Humanos 0,00%

—  Fornecedores de produtos
e serviços

(GRI 102-9, 204-1)

A Klabin conta com cerca de cinco mil fornecedores ativos distribuídos por todo o Brasil, para o fornecimento de matérias-primas como insumos florestais, commodities e especialidades químicas para produção de celulose e papel, combustíveis, energia elétrica e embalagens para produtos acabados; prestação de serviços logísticos, de gestão de materiais, armazenagem e aluguel de empilhadeiras; fornecimento de materiais auxiliares à produção, uniformes e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), rolamentos, bombas e prestação de serviços de limpeza, segurança e manutenção, entre outras funções, além de fornecedores de madeira. Desse total, 925 empresas fornecedoras são monitoradas pela Matriz de Criticidade e Sustentabilidade. Destas, 60,89% foram contratados nos estados em que a Klabin possui operações.

Percentual do orçamento de compras e contratos de unidades operacionais importantes gasto com fornecedores locais¹, em 2017 (GRI 204-1)

2017 2016 2015
Paraná 62,2% 79,5% 62,9%
São Paulo 85,0% 68,1% 52,7%
Santa Catarina 49,8% 50,5% 50,8%
Amazonas 77,8% 14,4%
Minas Gerais 39,2% 14,3% 28,4%
Pernambuco 48,7% 52,9% 44,1%
Rio Grande do Sul 14,5% 2,2% 18,8%
Bahia 28,3% 20,5% 54,4%
MÉDIA2 60,9% 63,9% 67,3%

1 O termo “local” refere-se ao estado onde funciona a unidade em que o serviço é prestado ou para onde o material/produto é fornecido.
2 A média foi calculada a partir do número de fornecedores locais dividido pelo total de fornecedores avaliados. O valor foi atualizado para os anos anteriores.

 

Diálogo e integração

A Klabin vem aprimorando a gestão de fornecedores por meio da intensificação do diálogo, a fim de integrar novos e atuais fornecedores e de promover o compartilhamento de boas práticas. No Porto de Paranaguá (PR), por exemplo, o 2º Encontro da Operação Logística realizado pela Klabin, em 2017, reuniu mais de 200 pessoas, entre colaboradores, motoristas e estivadores, que participaram de palestras e atividades com foco em saúde, segurança, qualidade e bem-estar.

Uma das inovações apresentadas, cuja ideia surgiu na primeira edição do encontro, foi a Plataforma de Embarque. A ferramenta, inédita no embarque de celulose no Brasil, prioriza a segurança do trabalhador e não interfere no tempo de carregamento. Com isso, os navios têm passado menos tempo atracados, permitindo à companhia atingir o volume de exportação planejado, sempre priorizando a segurança.

 

—  Estudo de malha logística

Em 2017, a Diretoria de Planejamento e Logística contratou estudo da malha logística, abrangendo todas as unidades fabris da empresa, a fim de mapear os pontos de origem e demanda, com o objetivo de buscar oportunidades de redução de custos nos processos. Os resultados indicaram várias oportunidades, como a utilização de créditos de ICMS, a consolidação de cargas em armazéns (centralização em um local que atenda a unidades próximas, por exemplo), a otimização de estoques, entre outras iniciativas, gerando plano de ação que já está em andamento.

—  Boa prática

A boa madeira

Com o apoio da Klabin, 33 pequenos produtores rurais do Paraná receberam a certificação FSC® em 2017; selo contribui para a conservação dos recursos naturais, proporciona condições justas de trabalho e estimula boas relações com a comunidade

 

Uma produção de madeira responsável do ponto de vista social e ambiental, produzida conforme padrões de manejo reconhecidos em todo o mundo. Essa já é uma realidade para muitos pequenos produtores do Paraná, graças ao apoio fornecido pela Klabin para que essas propriedades obtenham a certificação internacional Forest Stewardship Council® (FSC®).

O trabalho teve início em 2013, quando o Programa de Certificação Florestal de Pequenos Produtores Rurais foi lançado pela empresa. Desde então, a iniciativa já permitiu que 286 produtores da região fossem certificados. Desse total, 33 receberam a certificação em 2017, ano em que a área das florestas de pínus e eucalipto certificadas por meio do programa ultrapassou os 66 mil hectares.

A iniciativa está alinhada ao compromisso da Klabin em privilegiar a utilização de madeira certificada, originária de processos produtivos sustentáveis. Além das florestas próprias da companhia – 100% certificadas com o FSC® –, 20% do total de madeira utilizada pela Klabin é adquirida de florestas de terceiros. Justamente por isso, os esforços da empresa em certificar as propriedades da região resultam em benefícios bilaterais: os produtores recebem um valor adicional pela madeira certificada e têm ampliadas as chances de fornecer para outros mercados, uma vez que contam com um certificado que é reconhecido internacionalmente. Já a Klabin passa a contar com uma maior disponibilidade de madeira certificada para o abastecimento de suas unidades industriais, além de estimular o desenvolvimento sustentável e fomentar a atividade agrícola e florestal como fonte de renda economicamente viável.

Passo a passo

O trabalho em busca da certificação começa com a produção de um diagnóstico sobre a realidade das propriedades, elaborado por consultoria especializada contratada pela Klabin. Com o documento em mãos, os produtores têm a oportunidade de ajustar seus processos conforme os direcionamentos do FSC® . Em média, são necessários 120 dias para que as adequações da propriedade e das atividades sejam implementadas, o que pode variar conforme o tamanho e estrutura do local.

Os produtores que participam do processo têm suas propriedades avaliadas em vários aspectos: desde a gestão econômica, passando pela conformidade ambiental (otimização dos recursos e minimização dos impactos, por exemplo), até os possíveis impactos sociais gerados pelo negócio (regimes de trabalho e o impacto da atividade nas comunidades ao redor, entre outros aspectos).

Ao final do prazo concedido para a adequação e levantamento de documentação pelos produtores, uma auditoria externa é responsável pela análise que determina se o certificado será ou não concedido às propriedades.

Uma vez certificados, os pequenos produtores passam, uma vez por ano, por auditorias de manutenção realizadas pelo Instituto de Manejo e Certificação Florestal Agrícola (Imaflora), que vistoria algumas propriedades, escolhidas por sorteio, para avaliar se a conformidade dos processos foi mantida.

À espera da primeira colheita

Entre os produtores apoiados pela Klabin e que obtiveram a certificação FSC® em 2017 está David Manosso, produtor de Palmital de Cima, distrito do município de Reserva, no Paraná. A produção de leite é a principal fonte de renda da propriedade. A plantação de eucalipto, realizada em 2011, terá o primeiro corte em 2018 e vai permitir complementar os ganhos da família. “Tenho três filhos morando fora, sendo que dois deles ainda estudam. Os recursos obtidos com a venda da madeira serão importantes para apoiá-los financeiramente neste momento. A madeira certificada tem um valor diferenciado”, conta David.

Além do impacto econômico positivo, os benefícios ambientais que resultam da busca pela certificação são destacados por David. “Após o diagnóstico realizado pela consultoria contratada pela Klabin, aumentamos a proteção de nascentes da propriedade. Esse trabalho é realizado por todos os produtores que buscam a certificação e, sem dúvida, gera uma consequência positiva importante, ampliando a disponibilidade de água da região”, comenta.

Programa de Certificação Florestal em números*

Ano 2017 2016 2015 2014
Número de produtores certificados 33 402 43 41

* O programa atingiu seu pico em 2016, devido ao grande número de propriedades situadas nas proximidades da Unidade Florestal do Paraná que se encontrava com as plantações no ponto de colheita e que demonstrou interesse em buscar a certificação. A partir de 2017, o programa ampliou seu raio de atuação, contemplando propriedades em posições geográficas mais distantes, localizadas a até 150 km da sede da companhia. No período, houve redução nas certificações obtidas porque o número de propriedades com plantios florestais nessas regiões é menor.

>> A MADEIRA CERTIFICADA TEM UM VALOR DIFERENCIADO, afirma DAVID MANOSSO, PRODUTOR APOIADO PELA KLABIN, MORADOR DE PALMITAL DE CIMA, RESERVA (PR) <<

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